Quem tem mais tempo em Natal deve se
lembrar da Distribuidora Caramelos Natal, um prédio imponente recheado,
literalmente, de doces, balas, chocolates etc. Fundada em 1973, evoluiu
comercialmente para outro conceito e transfornou-se em um nome muito sugestivo,
principalmente para a criançada: Docelândia.
Um dos maiores sucessos foi estar presente
nos shoppings. Intencionalmente ou não, tornou-se uma das maiores concorrentes
das lanchonetes dos cinemas que insistem em cobrar preços pouco convidativos.
Por isto, era muito comum ter uma movimentação atípica nas lojas pouco antes de
começar o filme.
Mais recentemente (em 2019), outra
inovação, com a adoção do conceito de loja de festas. E não somente para a
criançada mas, também para um mercado que estava crescendo fortemente, as
formaturas e os bailes, em que os adereços e outros “apetrechos” coloriam as
mesas, os convidados e os ambientes. Tudo isto, claro, diminuiu muito nestes
tempos de Covid-19.
Talvez a Docelândia, com seu novo perfil
“festlândia” continue sua expansão nos próximos meses. Afinal, depois de 6
meses de confinamento, tem muita gente querendo comemorar (e se não tiver
motivo, cria-se um).
Obs: este e outros
textos sobre empresas do RN não são patrocinados, não é uma ação de marketing
empresarial. É apenas uma escolha pessoal em apresentar algumas empresas e
incentivar, preferencialmente, o consumo local, a geração de riquezas no
Estado.
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