quinta-feira, 12 de janeiro de 2023

Avião e hidrogênio: uma parceria distante

 

Apesar dos anúncios recentes de desenvolvimento de aeronaves movidas a hidrogênio por fabricantes como Embraer e Airbus, o setor de aviação demonstra ceticismo acerca da tecnologia. As companhias aéreas ainda apostam majoritariamente no combustível sustentável de aviação para auxiliar na meta de emissão zero até 2050 e têm dúvidas sobre a entrada em serviço dos aviões a hidrogênio nas próximas décadas. Segundo o diretor de transição energética da Associação Internacional de Transportes Aéreos (IATA, na sigla em inglês), Hemant Mistry, não só as grandes fabricantes de aeronaves estão envolvidas no desenvolvimento e apoio da tecnologia do hidrogênio, mas também startups, companhias aéreas e aeroportos. No entanto, ele aponta que este é um projeto de longo prazo que envolve riscos. Mistry esclarece que os desafios passam por inúmeras questões técnicas, como a adoção do estado físico do combustível em voo: líquido ou gasoso, o que acabará determinando o tipo do armazenamento na aeronave e, consequentemente, os desafios para armazenar esse combustível. [Da: BroadCast Energia]

Nenhum comentário:

Postar um comentário