- Sindicatólica
- Patrimônio de Canguaretama
- Pesquisa grande
- Medalha da Abolição
- Bicicleta Brasil
- George Soares
- Bolsa-atleta
- Menos barulho?
- Greve ambiental
- Fala a Assmbleia
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A Assembleia Legislativa do RN já tem sua TV
Assembleia (desde 2008) e agora terá sua rádio FM (94,9 MHz) por enquanto com
cobertura em Natal mas que deverá expandir-se em breve. Semana passada foi
feito o anúncio, lá em Brasília, do novo formato de comunicação. Importante que
tenha uma boa pauta para conquistar o público potiguar para que conheça mais a
atuação dos deputados além de, claro, cobrar a atuação do parlamentar que o
cidadão escolheu para representá-lo; o voto não pode “ficar” somente na urna, o
eleitor deve acompanhá-lo durante todo o mandato. A direção da rádio ficará com
o jornalista Gerson de Castro que, aliás, já é diretor da TV Assembleia.
Chegou a vez de funcionários do Ibama iniciarem sua greve. É sempre
preocupante quando alguns órgãos diminuem seu atendimento pelo prejuízo que
podem causar. Mas, por outro lado, é pleno o direito à greve. Para os servidores
do Ibama já anunciaram que terão 10% dos servidores trabalhando no
licenciamento e todos estarão disponíveis para as operações de resgate à fauna.
Importante mas, acho que poderiam aumentar o efetivo para os licenciamentos,
sem prejudicar a greve mas também sem prejudicar aos investidores que aguardam
autorização para tocar os empreendimentos.
Com o fim das festas juninas será que haverá uma redução na poluição
sonora? É que as festas são animadas, claro, mas para quem mora perto de local de evento, são
vários dias com muito som alto e, algumas vezes, as músicas iguais ou muito parecidas.
Nos primeiro ou segundo dias deve ser bem interessante, mas depois de uma
semana acho que gera um certo cansaço. Eventualmente poderia haver uma regra
limitando o som dos shows que, não entendo a razão, são sempre no maior volume
possível, como se não fosse possível escutar música e divertir-se com um nível de
ruído mais educado. E como alguns continuarão a programação por mais dias e
transformarão o mês julino em mês junino, resta ter paciência.
Saiu o resultado do Bolsa-Atleta no Estado. Foram 73 contemplados,
resultado das inscrições em várias categorias e várias modalidades. Não tenho
como reproduzir todos os nomes aqui, mas vou destacar alguns deles, em
modalidades esportivas menos comuns na listagem. No surf foi contemplado Israel
Junior da Silva, na bocha (bolsa na categoria nacional) foi Iuri Tawan Saraiva
da Silva e no xadrez, categoria estudantil, foram 2, Igor Fernando da Silva e
Luiza Karolyne Dantas Barbosa.
Obs: Foram 10 bolsas na categoria internacional. Vamos ficar de olhos
nestas modalidades: atletismo e halterofilismo, com 3 atletas em cada um destes esportes, e ginástica
rítmica judô, surf e taekwondo.
Georges Soares ainda é Deputado Estadual. Foi
eleito semana passada para integrar o Tribunal de Contas. Não sei quando será
sua posse – que será muito prestigiada – nem se acontecerá antes da sanção
governamental de dois projetos de lei de sua autoria que foram aprovados
recentemente pela Assembleia Legislativa. São duas iniciativas que visam homenagens:
uma “denomina Maternidade Maria Carmo de Souza - Parteira Maringá a Maternidade
do Hospital Regional Nelson Inácio dos Santos” e a outra “denomina a Unidade Terapia
Intensiva Gilberto Eliomar Lopes, a UTI do Hospital Regional Nelson Inácio dos
Santos”. Como era de se esperar, o Hospital é em Assú.
Esta ideia é do Governo Federal que editou um
decreto para instituir o Selo do Programa Bicicleta Brasil visando promover as
iniciativas de reconhecimento e valorização ao uso da bicicleta. Aqui em Natal,
de certa forma, há este incentivo, se considerarmos as ciclovias que, em alguns
pontos, parecem ter maiores espaços do que necessários aos usuários, que são
poucos. Considerando que “o desenvolvimento de ações voltadas para a melhoria
do sistema de mobilidade cicloviária” e “a inclusão dos sistemas cicloviários
nas ações de planejamento espacial e territorial” são critérios para ganhar
este Selo, em breve a Prefeitura de Natal deverá ser contemplada com a proposta.
Como seu nome já é uma pista, é isto mesmo, é uma medalha, digamos, mossoroense.
Esta foi concedida, recentemente, pela Uern, que tem sede principal (onde
funciona a Reitoria) lá em Mossoró. Foram escolhidos 3 homenageados, dois da
própria Uern e um externo. Quem são? A irmã Zelândia (do Colégio Sagrado
Coração de Maria), Laplace Rosado Coelho
(in memoriam, e ex-reitor da Uern), e Pedro Fernandes Ribeiro Neto (também ex-reitor da Uern). A escolha foi na semana
passada mas ainda não houve a solenidade de entrega. Aliás, a entrega está um pouco
distante, será apenas em 28 de setembro e integrará o calendário comemorativo
do aniversário da Uern. Quantos anos? 56.
A UFRN e a Funpec estão executando uma grande pesquisa na área do turismo.
Assinaram um contrato com validade até o final de 2027, no valor de R$ 3,2
milhões. Qual a finalidade? “Levantar e sistematizar informações sobre o
desenvolvimento do turismo responsável, orientando destinos turísticos sobre a
implementação de ações de gestão responsável e incentivando a adoção de boas
práticas por gestores públicos e privados, comunidades e turistas”. Acredito que
haverá relatórios parciais para amplo conhecimento desta pesquisa; considerando
que foi assinado em dezembro do ano passado em breve teremos um diagnóstico
parcial; importante, aliás, para a economia do RN.
A Prefeitura de Canguaretama vai ganhar, na verdade vai receber de
volta, um imóvel que havia sido doado ao Patrimônio da União lá no distante ano
de 2014. Considerando que a contrapartida – os chamados encargos da doação –
não foi efetivada, as partes chegaram a um acordo para fim da doação. Fiquei na
dúvida se era um imóvel e seu terreno ou apenas o terreno (aliás, nem tão
extenso, menos de 500 metros quadrados). A saber agora se a Prefeitura receberá
o imóvel e seguirá o plano de 2014; fiquei curioso em saber sua (nova)
destinação.
É a sigla do Sindicato das Instituições Eclesiásticas Católicas dos
Estados do Rio Grande do Norte, Alagoas e Pernambuco. Na verdade, está sendo
criado, por isto a convocação para uma reunião no próximo mês, lá em Recife,
para a formalização deste novo sindicato que, acho é novo em todos os sentidos,
quanto sua criação e quanto sua representatividade. Fiquei curioso em saber a
motivação, se alguma necessidade legal para receber recursos públicos, se algum
defesa de categoria em particular ou se alguma necessidade formalização para
participar de conselhos ou comitês públicos. Realmente, não sei. Quem pode
participar deste Sindicato? Os membros patronais responsáveis pelas
instituições eclesiásticas que possuem tal personalidade em conformidade com o
Código de Direito Canônico. E quantos serão aqui no RN?
Sou do tempo em que as maiores propagandas no esporte eram dos
fabricantes de cigarro. Era uma época, também, em que o esporte era muito
masculinizado e fumar era algo “próprio” dos homens, as mulheres não eram muito
bem aceitas, se fumantes. Depois foi a vez da cerveja e aí a propaganda se
espalhou como nunca visto (ou se pensava como nunca visto). Era uma combinação
tão inusitada quanto o cigarro, a de associar a cerveja aos atletas; mas tinha
a desculpa, com a cerveja, de que era para associar à comemoração dos
resultados, não necessariamente ao atleta (se bem que no Brasil tínhamos alguns
atletas “bem” representativos da cerveja...).
Faz tempo a propaganda do cigarro foi banida e a da cerveja perdeu o
impacto que causava, especialmente no futebol. Ainda presente, claro, em
especial na Copa do Mundo da Fifa (vale lembrar que a Lei brasileira foi “adaptada”
para que houvesse venda de cerveja nos estádios visto que um grande
patrocinador era uma marca de cerveja! Coisas do Brasil).
Agora temos um novo mercado publicitário, e não é “coisa do Brasil”.
Tenho a sensação que a palavra mais abrasileirada nos últimos meses tem sido “bet”,
ou simplesmente, de forma direta, apostas ou ainda, ao que parece, “jogo de
azar”. Mas, assistindo alguns jogos da Eurocopa a propaganda oficial nos
painéis dos estádios é de uma empresa “bet”; aqui e lá, ou lá e aqui, portanto,
futebol é “bet” e “bet” é futebol.
Quando vejo os principais times de futebol receberem patrocínio oficial –
em milhões! – para divulgar as empresas de apostas fico a pensar que há algo errado.
E, ressaltando, não estou informando que há alguma presepada com estas
empresas, que há fraude por lá; não é isto. Assim como nos cassinos, os lucros
são milionários pelo simples fato de que a probabilidade de ganho é reduzida,
mas a tentação é bem elevada. Muito, até. Já comentei sobre estes jogos e,
particularmente, sou contra seu formato, excessivamente benéfico para a empresa
e algumas migalhas (ou seja, valores pequenos em relação ao total) para os
apostadores.
Além do vício dos jogos, temos visto notícias de suspeição de resultados
dos jogos de futebol no Brasil, em muitas cidades e não somente com equipes
mais valorizadas: times pequenos de cidades pequenas também entram nesta história.
É que, realmente, é estranho apostar quantos cartões amarelos terão no primeiro
tempo, quantos escanteios no segundo tempo ou quantos penalidades acontecerão
no jogo. Estranho mesmo, isto é somente aposta, nada a ver com jogo. Digo, com
o jogo de futebol.
É hora de regular, e com a força que a lei oferece, este tipo de prática
que pune o esporte. O jogo de azar é um hábito social, como acontece com o
dominó ou os diferentes jogos de cartas; quanto envolve valores e leva ao
vício, a tragédia se aproxima em alta velocidade.
E quanto contamina e é contaminado pelo futebol, o esporte de maior
visibilidade no Brasil, a tragédia fica enraizada. É necessário regular as
apostas eletrônicas com estas “bet”. Urgentemente. E se alguém acha isto mera
frescura, pois é a liberdade de cada um, do ponto de vista familiar o efeito é
outro, mais grave, e do ponto de vista econômico, idem, aquele dinheiro que
poderia beneficiar a família e fazer girar a economia (com compras e serviços)
está indo para empresas eletrônicas que não contribuem em nada com o Brasil; ou
melhor, com quase nada, exceto as propagandas com os times de futebol e as
novas camisas para colocar a nova marca. Uma pena! É uma opinião.
- Seridó e Vale do Açu
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- Acabando Bala
- Extremos avisa
- PNUD contrata, em Natal
- Conselhão
- Ecosol
- Carcinicultura
- Fecomércio e MDIC
Importante a parceria firmada ontem entre a Fecomércio RN e o
MDIC-Ministério da Indústria, Comércio e Serviços. Em Brasília o Presidente da
Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, assinou acordos de cooperação técnica entre a CNC-Confederação
Nacional do Comércio o MDIC e o MPME-Ministério do Empreendedorismo, da
Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. A proposta dos acordos é “propor e
formular politicas públicas eficazes, que contribuam para superação dos
desafios enfrentados pelo setor terciário, entre os quais se destacam
burocracia excessiva, carga tributária elevada, infraestrutura deficiente,
concorrência desleal e falta de iniciativas especificas de fomento.” E claro, a
desburocratização está na pauta. Importante.
Lembrei da carcinicultura potiguar depois de ver a notícia sobre o Porto
de Natal. Não vi o texto mas uma das razões da queda foi a ausência de exportação
de melão por Natal; era um contrato da Agrícola Famosa que optou por uma estratégia
diferenciada de sua logística internacional e que acho tinha uma data já
prevista para encerramento do contrato com a empresa de frete marítimo. Lembrei
da carcinicultura e dos tempos áureos de exportações de camarão do RN; acho que
a produção está mais destinada ao mercado interno. É um item que faz falta na
exportação e na utilização do Porto de Natal; claro, não é quem garantirá um
movimento seguro e impactante de navios em Natal, mas poderia ser uma
contribuição.