domingo, 18 de setembro de 2011

17 cidades do RN com menos de 3 mil habitantes (menos de1% da população)

Dos pouco mais de 3 milhões de pessoas que o IBGE identifica como a população do Rio Grande do Norte para, 17 municípios estão entre aqueles com menos de 1% do total, no ano de 2011.

Viçosa é o menos habitado, com 1.625 cidadãos; outros 16 municípios não alcançam a marca de 3 mil pessoas; veja a lista:

# Viçosa – 1.625
# Ipueira – 2.090
# Galinhos – 2.222
# Monte das Gameleiras – 2.240
# Timbaúba dos Batistas – 2.303
# Taboleiro Grande – 2.339
# Bodó – 2.398
# Santana do Seridó – 2.537
# Pedra Preta – 2.570
# Jardim de Angicos – 2.602
# João Dias – 2.601
# Lagoa de Velhos – 2.669
# Francisco Dantas – 2.863
# Fernando Pedroza – 2.870
# Vila Flor – 2.898
# Passagem – 2.910
# São Bento do Norte – 2.944

Natal: uma população quase 500 vezes maior do que o menor município do RN

O Rio Grande do Norte conta com 3.198.578 habitantes, de acordo com a estimativa do IBGE para a data de 1º de julho do ano em curso.

Segundo o levantamento publicado, 14 cidades concentram o maior número de habitantes, com mais de 30 mil habitantes cada uma delas.

Por outro lado, são 17 os municípios com menor número de habitantes, as cidades com até 3 mil pessoas.

No extremo maior está Natal com seus 810.780 habitantes; no outro lado, a cidade de Viçosa, com 1.625 habitantes: uma proporção quase 500 vezes maior entre a Capital do RN e seu menor município. Se Natal concentra 25,34% da população do Estado, Viçosa tem apenas 0,05%

14 cidades do RN com mais de 30 mil habitantes

De acordo com o IBGE a população estimada em 1º de julho de 2011 para as maiores cidades do Rio Grande do Norte – mais de 30 mil habitantes – está localizada em 14 municípios.

Natal, obviamente, é a principal cidade do Estado, com 810.780 habitantes.

Mas, somente algumas cidades da Região Metropolitana de Natal estão entre aquelas com maior número de habitantes: Vera Cruz e Monte Alegre, além de Extremoz estão numa escala menor no que se refere à projeção populacional do IBGE.

Vejas as 14 maiores cidades do RN:

# Natal – 810.780
# Mossoró – 263.344
# Parnamirim – 208.425
# São Gonçalo do Amarante – 89.044
# Macaíba – 70.586
# Ceará-Mirim – 68.580
# Caicó – 63.147
# Açu – 53.636
# Currais Novos – 42.795
# São José de Mipibu – 40.149
# Santa Cruz – 36.143
# Nova Cruz – 35.617
# Apodi – 34.808
# Touros – 31.335

1.000 dias para a Copa do Mundo X 1.000 dias para as Olimpíadas de Pequim

Quando faltavam 1.000 dias para o início dos Jogos Olímpicos de Pequim, isto é, no final de 2006, tudo já estava arquitetado e em execução para o evento.

Eu estava em Pequim exatamente nesse dia, tentando entender algo mais sobre a China. Lá na praça da Paz Celestial foi acionado um quadro com a contagem regressiva dos mil dias (com o patrocínio da Coca Cola!).

No dia seguinte, isto é, 999 dias antes da abertura, abriram várias lojas em Pequim com as mascotes dos Jogos e todos os brindes que você imaginar. Eu pude comprar camiseta, caneta, marca texto, adesivo e caneca; mas ainda tinham moedas, selos, blocos, cadernos, sapatos, bonés sem falar nas próprias mascotes em pelúcia!

Volto a lembrar: faltavam 999 dias e TUDO estava no mercado! Tudo estava planejado na cidade: as obras de metrô em andamento, a expansão do aeroporto já iniciada e os hotéis em construção (era um festival de guindastes e obras pela cidade). E, nas escolas, todos estudando inglês...

Faltam uns 999 dias para o primeiro jogo no Brasil. Estamos – mesmo – distante da China.

sábado, 17 de setembro de 2011

1.000 dias para a Copa do Mundo. Ainda falta alguma coisa?

Faltam apenas 1.000 dias para a Copa do Mundo no Brasil; talvez uns 1.004 ou 1.005 ou ainda 1.006 dias para o primeiro jogo em Natal, visto que a abertura da Copa não será aqui...

Temos uma ligeira “folga” que em nada mudará a estratégia a ser adotada pelas empresas se, efetivamente, desejarem participar – literalmente – desse jogo.

Os grandes contratos, não há como se iludir, pertencerão às grandes empresas globais e/ou nacionais, que envolverão milhões de dólares e pouco ficará na nossa economia.

Mas, outros contratos estão diretamente ao alcance de nossa economia, seja no Rio Grande do Norte seja nas empresas de médio e pequeno porte; não falo sobre o artesanato e os brindes da Copa pois esses, pelo menos os oficiais, somente com credenciamento da Fifa (de novo, a um custo altíssimo!), mas sobre os serviços de acolhida ao turista estrangeiro que ficará aqui, em média, 2 a 3 semanas. Fazendo o quê?

Essa é a pergunta que mais nos aproxima no Estado: quais empresas estão, de fato, se preparando para atender a essa explosão de demanda concentrada em poucos dias mas que responderão pelo faturamento de muitos meses? Que projetos estão sendo avaliados e que estratégias estão sendo elaboradas? Pela iniciativa privada, claro.

O poder público já fez sua parte; ou quase toda ela. A bola, por enquanto, está com as empresas: são elas que farão o estádio, os hotéis, as pousadas, os roteiros turísticos, as áreas de lazer, a gastronomia, o entretenimento etc.

Será que essa contagem regressiva já começou?

Novos concursos no RN em 2012

O ano de 2012 deverá despontar com novos concursos no Rio Grande do Norte: o Tribunal de Contas do Estado e o Tribunal de Justiça já incluíram em sua proposta orçamentária para o ano seguinte as devidas previsões de aumento das suas folhas de pagamento.

Embora ainda cedo para definição da quantidade de vagas e dos cargos que serão oferecidos nos concursos públicos, o TCE já acenou com a intenção de concursos para servidores (carreira administrativa), mas também o de procurador.

No último concurso (2005 ou 2006?) foram cerca de 10 vagas e a concorrência elevada: o salário era um grande fator de aumento da demanda; aliás, deverá continuar sendo um outro atrativo para essa carreira jurídica.

Terminal Pesqueiro de Natal ganhará nome de almirant

O Terminal Pesqueiro de Natal, em fase final de construção ali na Ribeira, ganhará, em breve, um nome: deverá chamar-se almirante Tertius Rebello.

A Lei, que já foi aprovada ela Assembleia Legislativa (iniciativa do Deputado José Dias), deverá ser sancionada já na próxima semana.

Atualmente as exportações de pescado do RN já somam US 14,1 milhões com um crescimento de 92,2% em relação ao ano passado (janeiro a agosto); ainda no início da safra do melão, por isso a atual colocação, os peixes já são o segundo item da pauta de exportação do Estado, atrás somente da castanha de caju (e um pouco à frente do melão).

Com o funcionamento efetivo do Almirante, haverá mais espaço para que novas empresas utilizem o RN como base para a pesca do atum no litoral brasileiro; é a expectativa!

Pequenos produtos de petróleo no RN, pequenos lucros?

Duas pequenas empresas produtoras de petróleo no Rio Grande do Norte divulgaram recentemente os resultados de suas atividades nos anos de 2009 e 2010: a Aurizônia Petróleo e a Potióleo. Ambas iniciaram suas atividades quando houve as primeiras licitações de áreas de exploração que já não alcançavam o patamar mínimo de rentabilidade no perfil da Petrobras; algumas vezes em função da baixa produção e/ou produtividade, outras considerando o investimento necessário não compensaria o resultado esperado etc.

Uma dezena de empresas foi constituída no Estado e começaram a explorar petróleo a partir de 2004/2005.

Hoje, os resultados são variados:

# Aurizônia Petróleo – Prejuízo de R$ 4,1 milhões em 2009 e outro de R$ 2,7 milhões em 2010.
# Potióleo – Prejuízo de R$ 635 mil em 2009 e de R$ 830 mil no ano seguinte.

As duas exploram pequenos campos petrolíferos (João de Barro e Periquito, para a primeira e Campo de Pardal, para a segunda) e necessitam de novos investimentos; mas, de acordo com a avaliação contábil há “contínuos prejuízos operacionais” que têm impactado fortemente na necessidade de capital de giro, em baixa.

Para uma delas, no entanto, um bom negócio se aproxima: a Potióleo negociou com a Petrobras o Campo de Pardal no valor de R$ 3,1 milhões, de acordo com o “aceite” empresa firmado em 4 de março de 2011.

“O melhor negócio do mundo é ser dono de uma empresa de petróleo”, já diziam os barões dos tempos áureos do ouro negro como era chamado o petróleo, devido sua importância; “o segundo melhor negócio do mundo – continuava a citação – é ser dono de uma empresa de petróleo mal administrada”.

Mudaram os negócios ou aqui no RN estamos relativizando a profecia de outrora?

Proteger a indústria nacional com impostos

A medida adotada pelo MDIC-Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, de aumentar em 30 pontos percentuais o IPI de veículos importados poderá acarretar questionamentos de fabricantes estrangeiros pela “discriminação” entre produtos nacionais e importados. Pelas regras da OMC a simples tributação pela diferenciação de nacionalidade não pode ser atribuída sem justificativas fundamentadas.

O princípio do chamado “livre comércio” não indica que a necessidade de limitar a expansão de importados no mercado interno de um país seja uma prática compatível com o ideal do comércio internacional.

Na prática, no entanto, vários países adotam suas regras de protecionismo (basta lembrar a pesadíssima política de subsídios à agricultura da Europa ou dos Estados Unidos). O Brasil não está inventando a roda.

A justificativa inicial veio do ministro Fernando Pimentel: “É uma medida para defender a produção nacional. Não queremos desestimular a indústria, mas atrair investimentos”. Não é tão simples assim quanto possa parecer, sobretudo com seus efeitos imediatos. Os mais prejudicados, já a partir da publicação do Decreto no Diário Oficial, são os importadores diretos, isto é os não-fabricantes de automóveis. Pelas regras vigentes, a taxação de qualquer imposto ocorre quando da nacionalização do produto, independentemente da data de compra ou do pagamento.

Assim, quem está importando carros novos e o navio está a caminho do Brasil, a preocupação será imensa: quando os carros chegarem aqui ganharão um “brinde” de 30% a mais no IPI. Será que o consumidor está disposto a bancar esse aumento? Ou ficará na conta “lucros e perdas”?

Um novo partido no cenário do RN. Lado (econômico) positivo? Gerando novos negócios no mercado


Mais um partido se habilita a disputar o poder no Brasil. E também no Rio Grande do Norte tendo em vista a reunião realizada recentemente por seu diretório estadual.

É o PPL. Não conhece? É o Partido Pátria Livre que já existe no Brasil desde 2009, fundado na data de 21 de abril (mera coincidência?)

Enquanto o número do Partido não é homologado para as próximas eleições (54 ou 55?), sob a ótica puramente econômica, é mais uma oportunidade de novo negócios para as empresas do RN: afinal, terão que contratar carro de som, imprimir adesivos, preparar os “santinhos”, contratar pessoas, confeccionar bandeiras, “importar” os bambus para as bandeiras, comprar uns bonés (lá do Seridó, ok?!) etc.

A liberdade política também traz uma dinâmica econômica; então, mesmo não sendo adepto de uma prática política mais forte nem havendo pretensão algum (minha e sua) de tornar-se candidato ou de entrar pesado na campanha política, lembre-se, são novos contratos e mais dinheiro circulando no mercado local. Isso é bom!

Mas, enquanto não começa a campanha, caso você tenha um pouco mais de curiosidade sobre a ideologia do partido, no link (que redireciona, ao escolher o RN para a “Rede Brasil”) nacional temos que “O Partido Pátria Livre se orienta pelos princípios e pela teoria do socialismo científico. Ele forma os seus filiados no espírito da independência, da soberania, do coletivismo e da solidariedade internacional entre os trabalhadores e os povos de todos os países.”
E, ainda:



# “Na política externa [o ex-presidente Lula], com habilidade e sem fazer alarde, liquidou a Alca.”
# “As agências instituídas pelo governo FHC - especialmente a Anatel, a ANP e a Ancine – dispensam sutilezas para operar como aparelhos de cartéis comandados por monopólios externos dentro do Estado brasileiro.”
# “A razão de ser da ANP (Agência Nacional do Petróleo) é sabotar a Petrobras, criando obstáculos a que ela assuma a exploração das nossas áreas petrolíferas com capciosas interpretações de uma lei do petróleo sabidamente caduca.”

O efeito Magazine Luiza e as Loja Mais

Depois que Magazine Luiza adquiriu a cadeia nordestina Lojas Maia houve uma verdadeira transformação nos negócios da (antiga) empresa. Hoje as Lojas Maia já faturam cerca de R$ 237 milhões com um crescimento de 63,9% de seu faturamento em menos de um ano!

Atualmente, a rentabilidade das antigas lojas já é a mesma verificada nas outras lojas da Magazine Luiza (que faturou, no primeiro semestre desse ano, R$ 2.381,1 milhões; ou, 44,5% de crescimento em relação aos outros seis meses de 2010).

Que fatores explicariam tal desempenho?
# A força da marca – É inegável que a marca Luiza tem um nítido reconhecimento no cenário brasileiro, seja pelo desempenho das demais lojas no Centro-Sul, seja pela exposição de sua empresária que adotou um estilo midiático, gerando espaço gratuito em todo o Brasil (além do carisma bem trabalhado de sua empresária).
# A gestão empresarial – As técnicas de gestão, baseadas essencialmente no cumprimento de metas e no crescimento diante da concorrência, fizeram com que, me menos de um ano, a “cultura empresarial” da Magazine Luiza fosse implantada com toda eficiência nas Lojas Maia.
# O marketing agressivo – A estratégia de vincular um marketing agressivo na aposta de preços baixos e acessibilidade aos consumidores de baixa-média renda transformaram Magazine Luiza como uma das marcas preferidas no Brasil. A super liquidação anual é um bom exemplo: em Natal, quando houve a mega-liquidação das Lojas Maia, todas amanheceram com longas filas antes mesmo da abertura das lojas!

Em resumo, eficiência na gestão e resultado no marketing. Uma “fórmula” bem conhecida, pouco praticada em algumas empresas; sobretudo naquelas que têm medo de ousar. Um erro primário, infelizmente...


A receita bruta da Lojas Maia cresceu 63,9%, alcançando R$237,4 milhões e margem EBITDA superior a 5% da receita
líquida. A Companhia iniciou, no 2T11, o processo de reforma das lojas do Nordeste, começando por Pernambuco. A
Lojas Maia alcançou os níveis de rentabilidade (EBITDA) do Magazine Luiza já no primeiro ano de operação.


Agosto 2010, aquisição
Receita bruta no 1º semestre 2011 foi de RT$ 2.381,1 milhões + 44,5% ano passado

A internet e a cadeira de balanço na calçada

Toda vez que os especialistas em mídia e mídias sociais adotam algum comentário sobre a internet e os efeitos de seu uso prolongado tenho a impressão que têm vontade de utilizar o velho jargão, “esqueçam o que eu disse”.
Agora, a “moda”, sob os efeitos da Copa do Mundo, é associar a internet com a televisão, “informando” que uma não anulará a outra e que, na verdade, uma estará integrada com a outra; tenho a sensação de ler os mesmos textos que faziam os comentários sobre a invenção do telefone, do rádio, a tv etc.
“Não temos mais as cadeiras de balanço nas calçadas”.
É verdade!
Não deixa de ser correta essa avaliação; mas absolutamente incompleta tendo em vista que, há anos, nas cidades grandes e nas de médio porte brasileiras, “frequentar” as calçadas deixou de ser um hábito. A cidade mudou e os hábitos, junto.
Hoje a internet substitui a velha cadeira de balanço na calçada: a cadeira, essa continua, mesmo não sendo do mesmo jeito e, o essencial de tudo isso, é que o contato é cada vez maior, não mais direto e pessoal, mas indireto e multipessoal. Falamos com todos ao mesmo tempo, conversamos muito mais do que antigamente e acompanhamos os fatos com muito mais conhecimento.
E, com uma condição muito melhor do que antes: a cadeira de balanço na calçada tinha hora marcada, quando o sol já não era tão presente, ali no finalzinho da tarde. Com a internet, chuva ou sol, pouco importa, manhã, tarde, noite – ou melhor, madrugada! – não faz diferença, o contato com as pessoas permanece.
Fui ainda do tempo de ver cadeiras nas calçadas (mesmo não sendo tão velho assim...). Não tenho toda essa nostalgia. Na verdade, já sentida “saudade” de algo que não existia, a internet! As conversas ampliaram muito, foram muito além, do “vai chover”, “tá quente”, “vc viu fulana/fulana de tal” ou do incomparável “você soube?”.
Cadeira de balanço na calçada? Posso levar o computador junto?

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Riachuelo aposta na China – Parte 3, fim


A Riachuelo/Guararapes, como toda a indústria brasileira em geral, sofrem a concorrência pesada da China. Em alguns setores, como caso de confecções, é impossível olhar para o mercado, traçar trajetórias sem conhecer a capacidade produtiva e a realidade do país asiático. Não há como escapar.

Não há também, razões para render-se simplesmente à concorrência.

A Riachuelo adotou uma estratégia clara: produtos com custo de produção reduzido mas com margem de lucro também abaixo do esperado, melhor importar da China; já produtos com maior valor agregado ou com maior necessidade de proximidade entre a criação e a colocação nas lojas, continuarão com a Guararapes seu fornecedor exclusivo.

A importação de confecções já é adotada por outras empresas do ramo e a própria Riachuelo já teve na China um “parceiro” na retomada de seu crescimento, há 10-15 anos; o caminho, agora, é renovado.

É o velho ditado popular: “se você não pode vencê-lo, junte-se a eles”! (E olha que estamos falando de um grupo com capital social integralizado de R$ 1,5 bilhão, que rendeu R$ 100 milhões de lucro no primeiro semestre desse ano e que continua em processo de expansão)

Riachuelo aposta na China – Parte 2


Flávio Rocha, à frente dos negócios, corrobora:


“Ao longo desse semestre, e para essa mudança colaborou muito a inauguração do nosso escritório em Xangai, nos mostrou uma nova direção que eu acho muito acertada. Também inclusive de mudanças macroeconômicas que aconteceram, da realidade cambial, da crescente competitividade do produto asiático.”

“A utilização da Guararapes com produtos modais. Os básicos estão migrando para o fornecimento externo. Já começam a chegar e vão se intensificar mais para o fim do ano, os primeiros contêineres com produtos visando atender as linhas de combate, as linhas de preços mais baixos.”

Riachuelo aposta na China – Parte 1

De acordo com as palavras do Sr. Túlio Queiroz, controller da empresa:


“É verdade também que a Companhia aumentou a participação de importados. Desde o início do ano nós estamos com escritório da Companhia em Xangai e a ideia realmente é passar a importar uma quantidade maior, dando prioridade inclusive para os produtos de uma linha mais básica. Ou seja, explorar os dois elos com o que tem de melhor. Puxar o básico, cada vez mais básico da China...”.

“Nós acabamos de inaugurar o escritório em Xangai, então é algo que estamos buscando. Não sei se daria para fechar o ano inteiro em 15%, mas a ideia é chegar lá no final do ano com um patamar próximo disso.”