Esta é uma dúvida que sempre aparece e tornou-se mais
recorrente depois que a empresa gestora, a Inframerica, decidiu sair do negócio
e está – pacientemente – aguardando a tal da relicitação.
Particularmente, embora possa haver uma ação efetiva da
empresa na captação de novos voos e companhias aéreas, não é este o core
business de gestores de aeroportos comerciais de médio ou grande portes.
Um das avaliações precipitadas na gestão talvez tenha
sido o excesso de gastos em grandes espaços sem a devida dimensão de economias
de escala, neste caso no sentido de poder economizar “por partes” como, por
exemplo, o sistema de energia elétrica interna: fica tudo aceso ou tudo
apagado. Também não entendi a razão da ausência de investimento em energias
renováveis para diminuir a fatura da Cosern.
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