O modelo atacarejo tornou-se bem brasileiro. As opções de
conforto são diferentes, há menos produtos de primeira linha ou primeira marca
e nem sempre a variedade de itens é o maior dos atrativos. Na verdade, a ideia
é vender produtos com preços menores utilizando uma estratégia de baixo custo
para poder reduzir as margens e vender mais barato. Tem funcionado, é bem verdade.
Talvez o novo Carrefour (ou terá uma marca nova?) terá o
modelo de ataque realmente com foco nos produtos mais baratos a partir do
produtor, ou seja, não é a redução de custos a ideia principal para ter preços
menores, mas comprar mais barato para ajudar a vender mais barato.
Em breve, além dos Atacadão que conhecemos, um novo
modelo se apresentará ao mercado brasileiro e potiguar (mas, o em breve
significando cerca de 2 a 4 anos).
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