Nestas
propostas, a primeira delas é o “incentivo ao uso do gás natural”. Talvez
tenhamos excesso de gás natural no RN no sentido de que o setor produtivo
industrial não está utilizando mais como antigamente (inclusive, fábricas
parando ou quase paradas que deixaram de consumir o gás) e também pela existência
de malha de gasoduto em Natal que facilite o acesso; mas, fora dos locais onde
passa o gás natural, a questão não é o incentivo, mas o custo de acesso ao
gasoduto. E, principalmente, em tempos de energias renováveis, toda pousada e
hotel deveria ter nos seus tetos placas fotovoltaicas.
Da mesma
forma, a “redução do ICMS sobre a energia elétrica das empresas do setor”
deveria, se acontecer, estar vinculada ao contexto de energia renovável: quem
instalar placas fotovoltaicas e precisar ainda de energia da rede, aí sim, poderia
candidatar-se a um menor imposto.
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