Não faz muitas semanas o drama dos dromedários e da empresa que faz o passeio em Genipabu virou notícia. Com a parada do turismo, sem receita, estava difícil conseguir dinheiro para pagar salários como também a alimentação dos bichos. Aliás, embora pareçam ser pouco exigentes quanto à diversidade, o custo com feno chegava a R$ 6 mil mensais. Haja feno, haja dinheiro.
No clamor da situação li notícia de que a Prefeitura de Extremoz ajudou com uma doação em feno e os proprietários puderam pagar a folha de pessoal. Pelo menos, temporariamente. Depois, não vi ais nada com muita repetição sobre o assunto. Como estão os dromedários? Fundamenta também é saber como estão as pessoas que trabalhavam na empresa, recebendo salários? Continuam empregados? Torcendo que sim!
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