As gráficas continuam a existir no mercado, superando todas as barreiras e inovações dos últimos anos. Antigamente, gráfica era sinônimo de grandes máquinas (barulhentas) em grandes espaços para acomodar os estoques de material e a diversidade de máquinas; havia as gráficas de pequeno porte mas, até pela capacidade de produção, mantinham o foco nos trabalhos de menor produção. Chegaram as "gráficas rápidas" com a tecnologia e uma casa passou a ser sede de uma indústria gráfica. Nos últimos anos é a digitalização e a redução do uso do papel que mais afeta o mercado. As grandes continuam a existir mas as pequenas e médias parecem estar mais presentes. E parecer ser mais acessíveis. Neste ano, como sempre em épocas eleitorais, as gráficas terão seu salto de produção e produtividade. O papel das gráficas... é imprimir em papel (de todos os tipos); a reciclagem dos resíduos é complementar, pode até ajudar na receita, mas não pode ser o foco da indústria; não se o interesse tiver como foco a indústria gráfica.
Obs: Este é o ano especial para que coleciona os "santinhos" de campanha; haja papel.
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