O
ativo biológico está devidamente registrado em uma das principais empresas
exportadoras de frutas do RN, a Finobrasa Agroindustrial. Pode parecer, de
início, curioso este registro na categoria de um ativo empresarial visto que valor
deste ativo pode ser muito efêmero (terminou a colheita, parte deste ativo
perde seu valor, ficando apenas o valor das árvores), aliás como é o caso de
quem exporta melão, manga, melancia, banana ou mamão, nossas principais frutas
para o mercado externo, em pouco tempo o valor do plantio se transforma em
negócio, deixa de ser ativo, passa a ser caixa ou valor a receber.
O
ano de 2021 não foi melhor do que em 2020 para a Finobrasa, perdendo valor seu
ativo biológico, caindo para R$ 16, milhões (era R$ 17,2 milhões no ano anterior).
Uma das explicações da empresa foi que as chuvas “excessivas” afetaram o
plantio das fazendas Boa Esperança e Frutivita, em Petrolina; parece que as
fazendas no Ceará e no RN (ali, perto do rio Açu) não sofreram perda.
De
qualquer forma, nada que altere o outro ativo biológico, aquele que não é das
frutas plantadas: saiu de R$ 24,1 milhões para R$ 44,2 milhões em 2021. Um bom
negócio registrado pela empresa.
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