Na Tribuna do Norte de ontem uma reportagem sobre bichinho de estimação,
como está descrito. A ideia é mostrar que há espaços para que os bichinhos
evoluam: “socialização, alimentação balanceada, diversão, relaxamento e muito
carinho”, tudo isto para fazer o bichinho de estimação não sentir
desprestigiado (eu ia dizer “abandonado” ou “rejeitado”, mas pode chocar os
mais sensíveis com as causas sociais). Não imaginava que cachorro poderia ter
uma vontade de socialização embora sempre compreendi que os animais de rua
tendem a ficar em grupo; já os residenciais, em geral, não têm companhia de outros
bichos. Resultado de um bichinho de estimação solitário? Tédio e ansiedade!
Obs: Acho que nesta lista poderia também estar a constatação de latidos
(forte) várias vezes ao dia, às vezes intensamente; se isto for uma consequência
de não-socialização do bichinho de estimação conheço a existência de um destes
de estimação: não é “meu” vizinho direto (não conheço o cachorro, inclusive) mas, de alguns andares; e faz um bom barulho,
digo, latido.
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